Que Deus abençoe ricamente ao Daniel e a sua família!!!
segunda-feira, 12 de março de 2012
O estado é laico, não anticristão. Uma reflexão!!!
No último dia 08 de Março, Cleber Benvegnú escreveu um artigo no Zero Hora sobre a retirada de crucifixos de prédios públicos. Vale a pena refletir...
A militância anticristã está em festa. Solta foguetes nas redes sociais. O Tribunal de Justiça gaúcho, acatando pedido da Liga Brasileira de Lésbicas, mandou retirar crucifixos dos seus prédios. A decisão busca justificativa na laicidade do Estado. Todavia, estamos diante de um fenômeno cada vez mais recorrente: a cristofobia ou a crucifixofobia.
Senão, por que tanta implicância com a imagem do Cristo crucificado? Por que incomoda a ponto de virar prioridade do Tribunal? Que inibição pode causar sobre aqueles senhores da lei? E sobre as partes?
Transformar a retirada de crucifixos em uma causa existencial é típico preconceito disfarçado de pluralidade. Tendências semelhantes estiveram na gênese dos regimes mais abomináveis que existiram. Quando essa porteira se abre, por ela passam muitas outras medidas inibidoras da riqueza religiosa - histórica e cultural - da população, sempre com um disfarce bem costurado ao politicamente correto.É a mesma vertente que quer restringir o exercício da fé apenas e tão somente ao interior dos templos, bem escondido - como se fosse uma debilidade mental perniciosa à "sociedade racional".
Exatamente porque o Estado é laico, que os crucifixos não deveriam ser retirados. Porque laicidade significa respeitar a livre fruição religiosa. Note-se que há uma carga de ativa negação na decisão dos magistrados, algo que gera clara mensagem pública.
Ora, os crucifixos já estão ali, por decorrência histórica e social, sem que uma lei obrigasse a isso. Não há ofensa, inibição ou ferimento da crença alheia. Agora, porém, com esse ativismo destrutivo, o Estado manda derrubá-los - e, aí sim, fere a Constituição e desrespeita o Cristo, em símbolo, no qual 90% da população brasileira tem fé.
É um precedente para o perigoso dirigismo estatal sobre as manifestações religiosas do povo. Ao deus-Estado se delega o direito de decidir, até mesmo, sobre o que, onde e como exercer a religião.
O Estado é laico, não anticristão, não ateu. Ou também vão mandar derrubar a deusa Themis do Palácio da Justiça? Ou o Cristo Redentor do Rio de Janeiro? [grifo nosso].
No lugar de Cristo, eis que agora as paredes da Justiça gaúcha terão um branco, um vazio. Não é possível disfarçar o que está evidente: isso não é laicidade, é ateísmo anticristão mesmo - uma ditadura cultural que avança a passos largos em nossos dias. Já levava consigo uma montoeira de inocentes úteis. Agora seduz também doutores bem formados.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia da Mulher
Assisti na tevê a história do casal homossexual de Pernambuco que buscou a fertilização in vitro para ter uma filha. Um doou o sêmen e o outro recebeu ajuda da prima através da reprodução assistida. É a primeira criança brasileira que tem dupla paternidade no seu registro de nascimento. Segundo o juiz que deu o parecer, importa o afeto dos pais e não o sexo deles. Mas estudos comprovam que para o desenvolvimento sadio e completo da criança, é fundamental o afeto e o papel do pai e da mãe – produto escasso nestes tempos em que “todo o amor é válido” e explica a rebeldia infantil e a agressividade dos jovens.
A polêmica interessa às mulheres, sobretudo na reivindicação do que é delas nesta estranha “dupla paternidade”. Está lá a prima para comprovar o que é obvio, que “nem a mulher é independente do homem, nem o homem é independente da mulher. Porque assim como a mulher foi feita do homem, assim também o homem nasce da mulher” (1 Coríntios 11). No começo de tudo o Criador já tinha pronunciado: “Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade” (Gênesis 2.18). Outra versão usa a palavra “auxiliadora” (ézer no hebraico). Vale dizer que das 20 vezes que o termo aparece no Velho Testamento, 17 se referem a Deus e 3 vezes à mulher. Isto cala os machistas que usam o texto bíblico para provar a inferioridade feminina. Se isto é verdade, Deus também é inferior. Por isto o conselho quando o assunto é família: “Sejam obedientes uns aos outros (...) Esposa, obedeça ao seu marido como você obedece ao Senhor (...) Marido, ame a sua esposa, assim como Cristo amou a Igreja (...) Filhos, respeitem o seu pai e a sua mãe” (Efésios 5 e 6).
E neste Dia da Mulher vale lembrar que “a formosura é uma ilusão e a beleza acaba, mas a mulher que teme o Senhor Deus será elogiada. Dêem a ela o que merece por tudo o que faz” (Provérbios 31).
Por: Pastor Marcos Schmidt
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Momo e Jesus
“Vem pra ser feliz. Eu tô no ar, tô Globeleza. Eu tô que tô legal...”. Esta musiquinha com imagens de uma mulher nua sambando se ouviu bastante nos últimos dias. Mas será que o convite para ser feliz desse jeito faz a pessoa ficar legal? As contas no final da festa mais popular mostram que não – a maioria não está bem quando tudo volta à realidade. A prova está nos acidentes de trânsito, ressaca do álcool, brigas, violência, assassinatos, doenças sexuais, gravidez indesejada, crises no casamento e na família. A tela do plim-plim deveria ressarcir todos os que aceitaram o convite e tiveram prejuízo. Se bem que o rei Momo nunca escondeu os princípios do seu reino. Conforme a mitologia grega, ele foi expulso da terra dos deuses e se tornou príncipe dos loucos entre os humanos com uma missão: zombar. Em outras palavras, o Momo veio para fazer bulling.
No meio desta loucura começou a Quaresma – festa sem brilho popular que lembra o Deus que desceu voluntariamente do céu e veio não para zombar dos humanos, mas para ser zombado e restaurar a legítima glória. Se o Momo é o rei dos loucos, diz a Bíblia que Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo, mas para os que estão sendo salvos, é poder de Deus. Na verdade, o Filho de Deus é o único espetáculo que merece estar na avenida. E os seguidores dele têm motivos de sobra para pular de alegria e aceitar o convite: Louvem o Senhor com pandeiros e danças (Salmo 150.4).
Mas antes da alegria vêm as cinzas e este tempo da Quaresma. No Carnaval é o contrário, primeiro a alegria depois a tristeza. “Cinzas” apontam para a brevidade das glórias terrenas, e simbolizam arrependimento e mudança de vida conforme a vontade de Deus. Assim, Quaresma é a oportunidade para trocar de rei – do Momo para Jesus, pois felizes são os que não se juntam com os que zombam do que é sagrado (Salmo 1).
Por: Pastor Marcos Schmidt
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
O julgamento de Lindemberg
A semana foi marcada por recorrentes notícias do julgamento de Lindemberg o réu da morte de Eloá.
Imagine você sentado no banco do réu, sendo julgado. Espero que não passe por essa situação aqui nesse mundo. Porém, no Juízo Final, direta ou indiretamente, estaremos como réus.
Como nos sentimos diante disso? Tranquilos ou atemorizados?
Segundo a Bíblia o Juízo Final não terá advogados e promotores. A acusação e a defesa acontecem somente nesse mundo, onde o Diabo nos acusa, e Jesus nos defende, conforme (1 Jo 2.1).
No Juízo Final não haverá depoimentos e interrogatórios consistirá apenas em uma declaração, pois, Deus não precisa que os fatos sejam elucidados. Ele os conhece! Já nos conhece de outros carnavais.
Todo julgamento humano se baseia na lei, porém o Julgamento Final não terá como elemento decisivo a Lei de Deus. Caso assim o fosse, estaríamos condenados, pois ninguém é inocente diante do Senhor (Sl 130.3, 143.2).
Portanto, aqueles que morrerem apelando para a Lei, sendo egocêntricos e confiando nas suas ações, serão condenados, mas aquele que recorrer a Cristo será salvo! Não porque seja inocente, mas porque Deus prometeu justificar, isto é, tornar justo a pessoa que está em Jesus, uma vez que Jesus já sofreu a pena: Quem crê no Senhor Jesus será salvo, quem, porém não crer, será condenado (Mc 16.16). Em João 3.18 ainda lemos: Quem nele crê não é julgado, o que não crê, já está julgado porquanto não crê no nome do unigênito filho de Deus.
Todo ser humano é culpado diante de Deus, mas, Jesus veio ao mundo para tomar sobre si a culpa da humanidade. Por essa razão, os que estão em Cristo, podem morrer e descansar em paz, na certeza da salvação. Nesse ponto de vista, o Juízo Final não possui a ansiedade da dúvida sobre os veredictos finais, que causa fascínio nos filmes e novelas e em casos reais, porém, para dar um charme especial e colocar uma pulga atrás da orelha dos arrogantes, que se acham merecedores da salvação, Jesus diz que aquele Julgamento trará suas surpresas, pois alguns que se julgavam salvos serão afastados de Deus, e justamente aqueles que humildemente olhavam para si com desdém, reconhecendo-se culpados, serão absolvidos quando recorrerem a Jesus! (Mt 7.21-23, Mt 25.37,44).
Que tipo de réu você será? Tudo depende de onde sua vida está fundamentada. Espero que esteja em Jesus. Para terminar afirmo que ninguém precisará ligar a tv para acompanhar o Juízo Final, pois estaremos todos lá! Alguns atribulados e desconsolados, outros alegres e aliviados na Paz de Deus, para sempre.
Pastor Ismar Lambrecht Pinz
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