quinta-feira, 5 de junho de 2014
CULTO e MULHERES EM AÇÃO - com pastor Rubens J. Ogg
Nos dias 24 e 25 de Maio, esteve em nossa paróquia o pastor Rubens José Ogg. Além de dirigir a mensagem nos cultos em SMO e Cruz e Souza, na tarde fria e chuvosa do domingo, aconteceu mais um belo encontro do grupo Mulheres em ação. O pastor Rubens dirigiu o estudo falando sobre a importância do trabalho das mulheres na igreja. Já a mensagem dos cultos abordou o tema: Servindo a Deus com alegria. Uma grande bênção para todos!
Veja a mensagem proferida pelo pastor Rubens:
Nem fanático, nem profano, mas sim cristão!
Mesmo aqueles brasileiros que não gostam de futebol, quando
a seleção amarelinha entra em campo, a maioria vira torcedor. Somos conhecidos
lá fora como um povo apaixonado por futebol. Mas a Copa do Mundo em nosso país
está mudando radicalmente esta característica. Radicalmente mesmo. Penso que a
maior vergonha nem é perder a taça ou não conseguir oferecer aos milhares de
estrangeiros bons hotéis, aeroportos, locomoção e toda a infraestrutura
necessária. Eles sabem que somos atrasados nisto e não adianta esconder os
nossos desatinos administrativos e corrupção política. Até é bom que saibam
disto. Acredito que a maior vergonha para nós brasileiros é o radicalismo dos
protestos durante a Copa que pode ser manchete nos jornais do mundo inteiro. É
contra este fanatismo que precisamos jogar, fazer gol, ser campeão.
“Fanático” vem do termo latino "fanum" -
templo. É aquele que não sai do templo. Profano vem de "pro fanum" -
fora do templo, aquele que não entra no templo. Tanto o fanático como o profano
comentem exageros, extremos, excessos. Isto se vê na religião, na política e no
futebol, e por isto o ditado que estas coisas não se discute.
Dentro da igreja nem o fanático, nem o profano são bem
vindos. São dois extremos que não colaboram para a harmonia e a saúde do corpo
de Cristo.
Vale
dizer que este jogo contra o fanatismo é uma das principais atitudes cristãs. A
Bíblia recomenda: "Fique longe das discussões
tolas e sem valor, pois você sabe que elas sempre acabam em brigas. O servo
do Senhor não deve andar brigando, mas deve tratar todos com educação. Deve ser
um mestre bom e paciente" (2 Timóteo 2.23,25). O apóstolo Paulo,
nesta mesma carta, até compara a vida dele com uma competição esportiva:
"Fiz o melhor que pude na corrida, cheguei até o fim, conservei a fé. E
agora está me esperando o prêmio da vitória (...) que o Senhor, o justo Juiz,
me dará" (4.7,8). Diante disto, contra ou a favor da Copa, contra ou a
favor do governo, cabe cumprir o mandamento bíblico: "Recebam bem os
estrangeiros nas suas casas" (Romanos 12.12). Que Deus nos livre do
fanatismo e da profanação.
Neste mês de
Junho em que comemoramos os 110 anos da IELB, vamos ser cristãos luteranos,
vivendo a fé ativa no amor de Jesus Cristo, participando, testemunhando e
proclamando a salvação pela graça a muitas pessoas.
Pr. Marcos Schmidt
Adaptado pelo Pr. Erno
Kufeld
terça-feira, 22 de abril de 2014
Fotos Páscoa e Confirmação 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Nada era Dele!
Disse o poeta um dia, fazendo referência ao Mestre
Amado:
- O berço que Ele usou na estrebaria,
por acaso, era Dele? - era emprestado!
- E o manso jumentinho, no
qual em Jerusalém chegou montado, recebendo palmas pelo caminho, por acaso, era
Dele? - era emprestado!
- E o pão – o suave pão –
que foi por seu amor multiplicado, alimentando toda a multidão, por acaso, era
Dele? - era emprestado!
- E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado mostrando à multidão qual o caminho, por
acaso, era Dele? - era emprestado!
- E a sala em que ceou ao
lado dos discípulos, ao lado de Judas que o traiu, de Pedro que o negou, por
acaso, era Dele? - era emprestada!
- E o berço tumular, que
depois do calvário foi usado, e de onde Ele havia de ressuscitar, por acaso,
era Dele? - era emprestado!
Enfim, NADA era dele!
-
Mas a coroa que Ele usou na cruz e a cruz que carregou, e onde morreu, essas
eram, de fato, de Jesus!”
Isso
disse um poeta certo dia, numa hora de busca da verdade.
Mas
eu não aceito esta filosofia que contraria a própria realidade.
O
berço, o jumentinho e o suave pão, os peixes, o barquinho, a sala e a sepultura
- eram Dele, a partir da criação, pois Ele os criou, diz a Escritura...
Mas a cruz que Ele usou, a cruz rude e
mesquinha, onde todos os meus crimes expiou, essa não era Dele.
Essa
cruz era minha e tua!
Inspirado por Deus, o profeta Isaías escreveu
assim: ´´era o nosso sofrimento que ele estava carregando, era a nossa dor que
ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das suas próprias culpas
que Deus o estava castigando, que Deus o estava maltratando e ferindo. Porém
ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por
causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que ele sofreu, somos
sarados pelos ferimentos que ele recebeu. Todos nós éramos como ovelhas que se
haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho. Mas o SENHOR
castigou o seu servo; fez com que ele sofresse o castigo que nós merecíamos.´´ (Isaías
53.4-6)
De fato nada era dele, para que tudo fosse
nosso!
Porque
Deus amou ao mundo tanto, que deu o seu único filho, para que todo aquele que
nele crer, não morra, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)
Nesta
certeza, desejamos a todos: Uma feliz e abençoada páscoa!
Texto retirado e adaptado da revista MENSAGEIRO
LUTERANO, ABRIL/2014 - página 34.
quinta-feira, 6 de março de 2014
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